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20181015 arganil jerónimo de sousa incêndios

Em visita ao Concelho de Arganil, a delegação do PCP com Jerónimo de Sousa contactou com uma produtora de gado ovino e queijo em Vila Cova do Alva. Na exploração, onde Jerónimo de Sousa tinha estado nos dias seguintes aos grandes incêndios, foi possível constatar a carga burocrática que dificulta o acesso às ajudas, a falta de trabalho de extensão rural por parte dos serviços públicos do Ministério da Agricultura, consequência da desarticulação destes serviços e da falta de meios humanos, e a necessidade de recurso a fundos próprios e financiamento para desbloquear a execução dos projectos, o que atrasa obras, acrescenta risco para os produtores afectados e conduz à desistência de outros.

A delegação do PCP seguiu a visita, com João Ferreira deputado do PCP no Parlamento Europeu, percorrendo Anceriz, Arganil, Vinhó, Casal de São João, a Mata da Margaraça, Benfeita e Coja. Nos vários locais contactou com Associações de Moradores, com populares afectados pelos incêndios, com autarcas e com os Bombeiros Voluntários de Arganil e com Os Bombeiros Voluntários de Coja.

Durante as visitas foi possível constatar a expansão da área de eucalipto no concelho. Zonas onde anteriormente não existiam eucaliptos estão hoje cobertas dessa árvore, em alguns locais fruto de plantações, mas em muitos outros locais fruto de propagação através de germinação de sementes de forma natural. Técnicos consultados durante as visitas, caracterizam este comportamento desta espécie como recente e fruto de alterações das árvores utilizadas e fruto do estímulo à germinação das sementes de eucalipto provocado pelo fogo.

Vários contactados identificaram o problema da falta de recursos das entidades do Estado, em particular do Ministério da Agricultura e do ICNF, cuja falta de meios afecta a capacidade de intervenção no ordenamento florestal. A extinção do corpo de guardas florestais foi, mais uma vez, identificada como uma grande perda de capacidade do Estado de intervir na gestão florestal, assim como a necessidade de mais equipas de sapadores florestais.

Quer em Arganil, quer em Coja, os Bombeiros valorizaram a criação de duas Equipas de Intervenção Permanentes (EIP), apesar do financiamento da Autoridade Nacional de Protecção Civil e da Câmara Municipal não garantir a totalidade dos encargos salariais e com equipamentos. O facto do protocolo das EIP ser por 3 anos, renovável anualmente, coloca preocupações com a sua continuidade. Ambas as corporações colocam a necessidade de rever modelos de financiamento, linhas de incentivo ao voluntariado e de clarificação da legislação sobre actividade de ambulâncias.

O PCP deixou a todos a disponibilidade para acompanhar os lesados nas suas justas reivindicações e o compromisso de intervir para a resoluções dos problemas concretos e para a alteração de fundo das políticas que contribuíram para a situação que foi gerada a 15 de Outubro de 2017

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