MIRANDA DO CORVO - EMPRESÁRIA INDEPENDENTE ANA GRADE É A CANDIDATA DA CDU À CÂMARA
Ana Grade é candidata à presidência da Câmara Municipal de Miranda do Corvo nas eleições autárquicas de 2025, pela CDU (Coligação Democrática Unitária).
Apresenta-se como uma alternativa independente, de renovação e com provas dadas, numa altura em que, segundo os responsáveis da candidatura, cresce o cansaço da população com o ciclo repetitivo de alternância entre PS e PSD. A empresária de 49 anos apresenta-se com o objetivo de “recuperar o orgulho e afirmação do concelho”, apontando como prioridades a valorização dos serviços públicos, a atração de investimento económico e criação de emprego, a fixação da população jovem, a melhoria das acessibilidades e a renovação dos espaços públicos. Ana Grade assumiu a liderança da empresa familiar após a trágica morte do pai, conhecido industrial mirandense.
Hoje, é uma das líderes da Fresbeira, empresa do setor agroalimentar onde gere atualmente uma estrutura com quase uma centena de trabalhadores e um volume de negócios de 50 milhões de euros, tendo sido já reconhecida com o Prémio Melhor Exportadora, distinção concedida pela AICEP- Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal. Foi vice-presidente da Associação Empresarial de Vila Nova de Poiares e é, desde 2007, presidente do Grupo Recreativo Mirandense, uma das maiores coletividades do concelho. É licenciada em Sociologia pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa, tendo complementado a sua formação com um MBA em Gestão na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e com um curso executivo na AESE Business School.
A CDU sublinha o carácter independente e agregador da candidata e a importância de colocar o interesse de Miranda acima dos jogos partidários e interesses familiares. Ana Grade promete uma campanha próxima, firme e mobilizadora, com propostas concretas e compromisso para com quem vive e trabalha no concelho. Assumindo um discurso de rutura com o sistema político local, rejeitando a lógica de alternância entre PS e PSD, denunciando o que considera ser uma “captura do poder pelos mesmos grupos e famílias de sempre”, a candidata aponta ser esta a razão óbvia que tem atrasado o desenvolvimento do concelho. Segundo refere a própria, “não estou aqui por vaidade. Estou aqui porque sei o que esta terra podia ser e recuso-me a aceitar que continue nesta apatia, que a coloca cada vez mais longe dos concelhos vizinhos”. Com a esta candidatura o movimento promete coragem para mudar e potenciar o concelho de Miranda do Corvo, recuperando o que dizem ser “um atraso de mais de 20 anos no desenvolvimento e afirmação do território”.