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Tal como o PCP previu e preveniu, com a passagem dos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC) a entidade pública empresarial (EPE) e com o corte de 715,3 milhões de euros para a saúde até 2013, era previsível que a situação nestes Hospitais se viesse a degradar,

CONDIÇÕES DE TRABALHO DEGRADANTES
Com os dias de calor vieram ao de cima as fragilidades do sistema de ar condicionado, que não responde e não funciona na generalidade dos serviços. A temperatura nas enfermarias, na copa e noutros serviços  atinge valores insuportáveis afectando, por igual, doentes e profissionais. O problema é de tal ordem que na lavandaria foi desligado o vapor aquando de uma inspecção. Os sinais de desadequação do ar condicionado já eram notórios no Inverno, em que a norma foi o frio! 

A palavra de ordem é: não há orçamento, não há dinheiro. É o caminho do economicismo que conduz à degradação das condições materiais e humanas dos serviços.

A degradação vai ao ponto de faltarem pijamas em algodão para uso dos doentes, obrigando a utilizar de flanela ou vestir os que trazem de casa.

Os carrinhos e as panelas que servem de transporte da comida para os doentes encontram-se cheios de ferrugem, em fim de vida.

O novo sistema de gestão de luzes, desenhado para poupar, não se ajusta a um hospital e perturba o descanso dos doentes. Mal alguém põe um pé no corredor as lâmpadas temporizadoras são accionadas por células fotoeléctricas, ao acenderem-se todas ao mesmo tempo, nos corredores durante a noite, perturbam os doentes e o seu descanso.

A qualidade do fardamento dos assistentes operacionais (Auxiliares de Acção Médica) é muito quente para a época; as fardas dos funcionários faltam constantemente, não sendo trocadas para lavar dentro do limite de uso, pondo em risco os parâmetros de higiene e segurança.

Os Balneários da parte hoteleira,  com apenas três duches para mais de 100 mulheres e de um duche para mais de 20 homens, dá bem a ideia do que aqui se passa.

A resposta da administração às chamadas de atenção para estes problemas,  apresentados pelos trabalhadores, é de que não há orçamento!

A juntar à degradação das condições materiais, a falta de pessoal conduz a sobrecarga de trabalho sobre os trabalhadores, as horas suplementares que chegam a ultrapassar semanas de descanso dos profissionais não são pagas nem compensadas, por falta de trabalhadores para o efeito. É notória a sobrecarga, por vezes sobre-humana, dos profissionais, como é notória a má gestão de recursos. O recurso à contratação de empresas de mão de obra, descaracteriza a cultura e o espírito de missão que era característico do pessoal dos quadros do Hospital, perdendo-se em tempo útil de resposta e redução da qualidade e segurança dos serviços prestados.

Atacar os trabalhadores degrada os serviços e põe em causa o SNS
NÃO À DESTRUIÇÃO DOS HUC E DO SNS

Os HUC caminham, a passos largos, para a descaracterização e para uma perda em termos de hospital de referência e de excelência, contribuindo para a destruição do Serviço Nacional de Saúde.

Os utentes dos HUC e seus profissionais podem contar com o PCP, na luta pela defesa dos seus direitos, interesses  e bem-estar. O PCP não desiste de lutar pelo que é justo, por um Serviço Nacional de Saúde Geral, Universal, Público, Gratuito e de Qualidade para todos.

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