O PCP congratula-se pela decisão anunciada pelo conselho de administração do CHUC de investir para reabilitar a degradada zona dentro do perímetro do Hospital Pediátrico de Coimbra. Tal como o PCP tinha denunciado em Maio, esta situação há muito que representa um risco de segurança para os trabalhadores, utentes e familiares que frequentam este espaço.
O PCP recorda a sua intervenção decisiva para a exposição, denúncia e intervenção, nomeadamente questionando directamente o Ministério da Saúde no sentido da melhor resolução deste problema. O PCP continuará a acompanhar esta situação, para que a anunciada obra seja iniciada e concretizada.
O PCP continuará a bater-se por serviços públicos de qualidade, em defesa do SNS!
O IC6 é uma via indispensável para as populações dos distritos de Coimbra, Guarda e CasteloBranco. O seu necessário prolongamento vem sendo prometido há vários anos, sem qualquer correspondência com a realidade, estando há mais de 10 anos parado no nó de Tábua.
O PCP vem insistindo na necessidade de se dar resposta às necessidades do País, do seu interior e das populações. A coesão territorial também se faz com a implantação de infraestruturas de mobilidade que façam a ligação das populações do interior com os centros urbanos e o litoral para acesso aos serviços de saúde, educação e reduzir custos na circulaçãode bens e mercadorias. É tempo de o governo dar resposta às necessidades das populações, sem desculpas, e deixar de estar à espera da “primeira oportunidade”.
Já em Setembro de 2009 o Secretário de Estado Paulo Campos anunciava a concessão rodoviária da Serra da Estrela e indicava o primeiro trimestre de 2010 para o lançamento daobra, que integrava o IC6, entre Tábua e a Covilhã. Segundo o governo PS, o projeto deexecução do primeiro dos troços em falta seria lançado até Julho 2017, ficando depois a faltar apenas o último troço que leva a estrada até à Covilhã, para o qual o governo não avançou com qualquer data para a sua construção. Apesar dos esforços e propostas do PCP, da maioria dos eleitos locais e das populações só em Setembro de 2021 são anunciadas as obras para o troço de Tábua ao nó da Folhadosa, mas, de acordo com a resolução do Conselho de Ministros n.º 46-A/2021 de 3 de Maio de 2021, as obras para este troço só têm cobertura financeira a partir de 2024 até 2026, num total de 38 milhões de Euros.
O IC6 não consta dos investimentos previstos no âmbito do PRR e os fundos para a sua concretização são essenciais.
Ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicita-se a V.ª Ex.ª que possa remeter ao Governo, por intermédio do Ministério das Infraestruturas e Habitação, asseguintes questões:
1) Quando terá início a tão prometida obra de conclusão do IC6?
2) Que troços serão concretizados? Quando tem início cada uma das obras?
3) Muito recentemente, o Ministro das Infraestruturas e da Habitação afirmou que se vislumbrammais atrasos na obra da continuação do IC6 devido a certas "litigâncias". Que se passa ao certoquanto a isso e que previsões tem o Governo para ultrapassar esses (eventuais) problemas edar início à obra em causa?
Palácio de São Bento, 29 de julho de 2022Deputado(a)s
PAULA SANTOS (PCP)____________________________________________________________________________________________________________________________Nos
Uma delegação do PCP esteve mais uma vez presente junto à empresa conserveira Cofisa, na Figueira da Foz, manifestando solidariedade com as trabalhadoras na sua luta. Os trabalhadores cumpriram hoje um dia de greve pela valorização salarial, contra o aumento do horário, contra a precariedade e em defesa da contratação colectiva. O PCP reafirmou o seu compromisso com os trabalhadores, denunciou políticas de favorecimento dos grupos económicos por parte dos partidos da política de direita, afirmando que o país só se poderá desenvolver valorizando quem trabalha. Perante o agravamento do custo de vida é imperioso valorizar os salários, e isto torna fundamental a luta dos trabalhadores.
PCP questiona o Governo relativamente à pretensa ampliação do serviço de urgência dos HUC e possível encerramento no Hospital Geral dos Covões, Coimbra
O PCP tomou conhecimento da pretensa ampliação do serviço de urgência dos Hospitais da Universidade de Coimbra, parte integrante do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, o que gerou evidentes preocupações pela já existente sobrecarga deste serviço, tanto em termos de espaço como em termos de trabalhadores, havendo no concelho alternativas que permitia descongestionar estes serviços. O caminho tem sido inverso, encerrando serviços, para os concentrar nos já sobrecarregados HUC.
Considerando os sucessivos encerramentos no Hospital Geral dos Covões, tememos que esta ampliação possa servir como justificação para o tão ansiado encerramento do serviço de urgência do Hospital dos Covões (que já não funciona no período nocturno desde o passado ano). Tal como temos vindo a defender, o Hospital Geral dos Covões é essencial para a Região Centro e o seu depauperamento tem vindo a lesar fortemente as populações e os trabalhadores. A tão propalada concentração de serviços não é mais que o encerramento de serviços, com a sua consequente degradação, favorecendo o negócio privado da doença, que tem vivido dias áureos em Coimbra.
Ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicita-se a V.ª Ex.ª que possa remeter ao Governo, por intermédio do Ministério da Saúde, as seguintes questões:
Prepara-se e/ou prevê o CHUC o encerramento do serviço de urgência do Hospital Geral dos Covões? Se sim, para quando?
Porque é ampliado o serviço de urgência nos sobrecarregados HUC, havendo melhores alternativas no concelho, como é o caso do HGCovões?