A DORC do PCP tem vindo a acompanhar com preocupação a
situação da saúde pediátrica no Distrito de Coimbra. O Grupo Parlamentar do PCP questionou o Governo sobre o sucessivo adiamento da abertura do Hospital Pediátrico de Coimbra, e
mais recentemente, as demissões da directora clínica e de três chefes de
serviços da Maternidade Bissaya Barreto (MBB) motivadas pelo
desinvestimento na maternidade, nomeadamente atrasos na substituição de
materiais, ausência de obras na unidade, alegado cancelamento da
construção de um Centro de Procriação Medicamente Assistida (para a qual
estavam previstos 1,8 milhões de euros).
A DORC do PCP tem vindo a acompanhar com preocupação a
situação da saúde pediátrica no Distrito de Coimbra. O Grupo Parlamentar do PCP questionou o Governo sobre o sucessivo adiamento da abertura do Hospital Pediátrico de Coimbra, e
mais recentemente, as demissões da directora clínica e de três chefes de
serviços da Maternidade Bissaya Barreto (MBB) motivadas pelo
desinvestimento na maternidade, nomeadamente atrasos na substituição de
materiais, ausência de obras na unidade, alegado cancelamento da
construção de um Centro de Procriação Medicamente Assistida (para a qual
estavam previstos 1,8 milhões de euros).
A água é essencial à vida e por isso, o acesso a este bem é um direito
humano fundamental. Só uma gestão pública e democrática permite
assegurar a todos os cidadãos o acesso à água, independentemente da sua
condição económica e social.
A Águas do Mondego, empresa que
distribui a água para vários concelhos do distrito, já faz parte do
grupo Águas de Portugal. O Governo prepara-se para privatizar parte da
Águas de Portugal. A privatização significa uma gestão virada apenas
para a obtenção de lucro, fazendo prever o aumento dos preços da água
para o consumidor e a perda do controlo democrático sobre a gestão da
água. Com a privatização os cidadãos deixam de ter uma palavra a dizer
sobre a política da água.
A Águas de
Coimbra,
empresa municipal que distribui água no concelho de Coimbra, também está
na mira do “negócio da água”. Não podemos aceitar que também esta
empresa fique subordinada à lógica do lucro.
A Comissão Concelhia de Coimbra do PCP lançou uma campanha com o objectivo de esclarecer e mobilizar a população para a luta por uma água pública. O que é público é de todos o que é privado é só de alguns.
Os trabalhadores da SAMLA fizeram uma manifestação para reclamar o apoio das autoridades face às várias
irregularidades que tem vindo a ser cometidas através de sucessivos
pedidos de insolvência e retoma de produção através da mesma
entidade patronal, recorrendo aos mesmos equipamento e
inclusivamente a trabalhadores, anteriormente despedidos, na
freguesia de Midões, concelho de Tábua.







