Os trabalhadores dos SMTUC realizaram greve nos dias 14 e 15 de Dezembro . Uma já longa e continuada luta pela recuperação das carreiras, pelo direito à marcação de férias, por melhores condições de trabalho e horários adequados, por condições dignas para os passageiros. Uma luta que é dos trabalhadores pelos seus direitos e dos trabalhadores pelo direito à mobilidade pública com qualidade da população.
Foi neste duplo sentido que uma delegação do PCP, com a participação de Francisco Queirós (vereador da CDU na CM de Coimbra), João Pires (membro do comité central do PCP) e José Gil (do secretariado da DORC) participaram solidariamente no piquete que se iniciou às 5h30 da manhã, do dia 14 de Dezembro.
A DORC do PCP manifesta a solidariedade com esta luta e estará agora, como sempre esteve na resolução dos problemas laborais destes e de todos os trabalhadores assim como na melhoria da qualidade do serviço público de transportes.
Acção de contacto do PCP no âmbito da campanha "É hora de mudar de política, dar mais força à CDU!" com os trabalhadores da Segurança Social, em Coimbra.
É hora de a política se colocar ao serviço dos trabalhadores, do povo e do país e não, como tem acontecido, ao sabor dos interesses, dos lucros e da engorda do grande capital. É hora de responder à carestia de vida, aos baixos salários, à precariedade, ao encerramento e deteriorização de serviços. Coisas que o Governo do PS, juntamente com PSD, CDS, Chega e Iniciativa Liberal, nunca quiseram nem querem enfrentar, empurrando para cima dos trabalhdores e do o povo o arcar com todas as suas consequências negativas.
Exemplo dessa acção desastrosa foi a recente discussão e aprovação em torno do Orçamento Estado, em que as medidas do PCP, como o aumento geral dos salários e das pensões, o aumento do subsídio de refeição na Administração Pública, a contabilização de todo o tempo de serviço das carreiras na Administração Pública ou a redução do IRS para os trabalhadores e pensionistas não viram a luz do dia por iniciativa e vontade do Governo PS, e com o auxílio do PSD, Chega e Iniciativa Liberal.
O conteúdo destas propostas, bem como das outras 488 apresentadas pelo PCP, comprova que o PCP e a CDU têm um papel decisivo na defesa de melhores condições para os trabalhadores e o povo, e que o seu reforço é imperioso para que a vida de todos ande para a frente.
A realização de eleições legislativas, a 10 de Março, é uma oportunidade para romper com o caminho de desigualdade e injustiça, é uma oportunidade para construir uma alternativa capaz de dar concretização à política alternativa, que eleve as condições de vida do povo, de progresso social, justiça e desenvolvimento.
O que vai determinar e determinará o dia a seguir às eleições, é a força e o número de deputados que o PCP e a CDU tiverem, sendo certo, como a vida demonstra, que quando o PCP e a CDU avançam, a vida de cada um de nós anda para a frente.
A célula dos trabalhadores das escolas, do PCP, realizou esta semana, nas escolas da cidade de Coimbra, a afixação de cartazes com as propostas que pretendem resolver o problema da falta de pessoal, os baixos salários e a não progressão nas carreiras.
O PCP defende e propõe:
- A valorização dos salários dos trabalhdores não docentes
- A abertura de concursos quando vaguem postos de trabalhos
- O fim da contratação precária
- Dizer não à transferência de encargos para os municípios
Dar mais força ao PCP e à CDU é uma garantia certa para que estas propostas avancem e sejam concretizadas no plano real, permitindo uma defesa intransigente da Escola Pública e dos seus trabalhadores.
A proposta do PCP de Construção de uma nova maternidade em Coimbra foi rejeitada com os votos contra do PS e abstenções de PSD e IL.
O PCP propôs: 1 - O Governo dá início aos trabalhos para a construção de uma nova maternidade em Coimbra, mantendo a capacidade das atuais maternidades, situada junto ao Hospital Geral dos Covões. 2 – O Governo procede ainda a uma intervenção urgente nas Maternidades Daniel de Matos e Bissaya Barreto, com vista à modernização e a beneficiação necessárias travar a sua degradação e assegurar a sua qualidade e segurança.
O PCP tem denunciado, em múltiplas ocasiões, a asfixia de meios materiais e humanos com que as Maternidades Daniel de Matos e Bissaya Barreto têm sido consecutivamente condenadas, existindo hoje mesmo problemas urgentes que carecem de solução imediata. É o caso da carência de profissionais de saúde e da sangria de valências a que foram sujeitas. A construção de uma nova maternidade em Coimbra, moderna e com todas as condições, que abarque o número de partos das atuais maternidades, deve realizar-se junto ao Hospital Geral dos Covões, sendo este equipado com as especialidades próprias de um hospital central que se articulem com as exigências de apoio à maternidade. A respeito da nova maternidade, o PCP tem referido a necessidade de acautelar com toda a firmeza os interesses dos utentes, dos trabalhadores e do próprio Serviço Nacional de Saúde. Não podem ser repetidas situações como a que aconteceu com a fusão dos oito hospitais de Coimbra no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC, EPE). As contradições e previsíveis problemas não só foram concretizadas, como se vão agravando de dia para dia. Até a construção de raiz da maternidade, é urgente realizar, nas duas maternidades existentes, as intervenções e as obras de beneficiação urgentes que travem, desde já, a sua degradação. Urge modernizar as instalações e serviços, assegurar a qualidade e a segurança, suprir a carência de médicos, enfermeiros, auxiliares e administrativos e outros técnicos, dando aos profissionais todas as condições que permitam assegurar a sua atividade e o exercício pleno das suas funções. Além disso, qualquer linha de resposta urgente ou de resolução dos problemas de fundo destas maternidades não pode ter lugar ao arrepio ou mesmo prejudicando o Serviço Nacional de Saúde, em benefício de interesses privados. É, por isso, fundamental que o processo de construção de uma nova maternidade não possa ser feito segundo os critérios que guiaram a fusão dos hospitais de Coimbra e que sejam absolutamente recusadas soluções do tipo Parcerias Público-Privadas (PPP).