CARAPINHA E MEDA DE MOUROS
A ÁGUA É DO POVO,
NÃO É DE EMPRESAS PRIVADAS!
As Juntas de Freguesia de Carapinha e Meda e Mouros gerem sistemas de abastecimento de água próprios. O povo não pode aceitar que a Câmara Municipal de Tábua passe estes sistemas, construidos pelo povo, para a Àguas do Planalto. Se isso acontecer, tratar-se-á de um esbulho às populações.
O argumento de que a lei sobre sistemas de abastecimento de água obriga a passar a gestão para a empresa de águas não é verdadeiro. A lei obriga a passagem dos sistemas para os municípios.
A Águas do Planalto já demonstrou que é contrária aos interesses da população. Pratica preços exorbitantes e fornece um mau serviço.
A Comissão Concelhia de Coimbra do PCP realizou uma acção de esclarecimento nos
bairros sociais do Concelho. A iniciativa destinou-se a denunciar o novo
ataque do Governo contra as condições de vida das populações por via das alterações à lei da renda apoiada. Uma delegação do PCP contactou com os moradores dos bairros da
Fonte da Talha, Celas, Fonte do Castanheiro, Conchada e Planalto do
Ingote - bairros situados em três freguesias de Coimbra.
Organização
Concelhia de Coimbra do PCP realizou a sua X Assembleia no dia 25 de
Outubro de 2014, na Casa Municipal da Cultura de Coimbra. A
Assembleia, decorreu sob o lema Por Abril, Organizar e Lutar” e
teve como objectivos discutir a intervenção do PCP no Concelho e
eleger a nova Comissão Concelhia de Coimbra do PCP.
A
Organização Concelhia de Coimbra do PCP reafirmou a sua bandeiras
da defesa e valorização das funções sociais do Estado, do
serviço público municipal, do poder local democrático, do
desenvolvimento do Concelho, da valorização de quem trabalha,
rompendo com décadas de política de direita no Governo e na
Autarquia.
Realizou-se
no dia 23 de Outubro de 2014 um Comício do PCP na Figueira da Foz,
com a participação de Jerónimo de Sousa. O auditório do sítio
das Artes na Figueira da Foz encheu com militantes e amigos do
Partido. Intervieram Ana Jorge, da JCP, Adelaide Gonçalves, da
Concelhia da Figueira da Foz e da DORC do PCP e Jerónimo de Sousa,
Secretário Geral do PCP.
Nas
intervenções estiveram patentes as consequências da política de
direita no concelho, as principais lutas no Concelho e no Distrito. Identificando aluta
de massas é um elemento determinante para a derrota da política de
direita e sublinhando que a luta dos trabalhadores e do povo, com as
suas organizações representativas, tem contribuído decisivamente
para o isolamento deste governo que governa à margem da lei.
A
greve dos trabalhadores da SOPORCEL pela defesa de direitos
adquiridos, nomeadamente pela defesa do fundo de pensões da empresa,
pela sua dimensão e pelos seus objectivos, foi uma forte expressão
de determinação e força dos trabalhadores da SOPORCEL. Face a uma
violenta ofensiva aos direitos dos trabalhadores, a luta, e em
concreto esta greve, contribuiu para retardar e limitar a ofensiva e
para alcançar resultados concretos para os trabalhadores. A ofensiva
está longe do fim. Os problemas continuam e agravam-se. O exemplo da
rescisão de contrato feita a trabalhadores da área de sistemas de
informática, propondo-lhes passar para uma empresa de prestação de
serviços, demonstra que este processo poderá ser apenas o início.
Um teste para aplicar noutros sectores da fábrica. No final um grupo
de trabalhadores da SOPORCEL encontrou-se com o Secretário Geral do
PCP e deu nota dos seus problemas.
As
intervenções reafirmaram que a luta reivindicativa dos
trabalhadores a partir das empresas é fundamental para a defesa dos
seus interesses de classe e para o combate à política de exploração
e empobrecimento, pela demissão do governo, pela ruptura com a
política de direita e por uma política que respeite os direitos dos
trabalhadores. Ficando patente que os trabalhadores da SOPORCEL podem continuar a contar com o PCP.
A
luta em defesa dos Estaleiros Navais do Mondego, baluarte
importantíssimo do desenvolvimento do concelho ao longo de tantos
anos e depois, de modo propositado, lançado ao abandono; Nos
Estaleiros Navais do Mondego e no Porto da Figueira da Foz, o PCP
interveio para denunciar e resolver o problema do assoremanento que
impedia a entrada de navios nos estaleiros, no sentido de
salvaguardar os postos de trabalho e esta unidade industrial de
construção naval. Trata-se de uma empresa histórica, importante
para o desenvolvimento do distrito e do país, com trabalhadores
altamente qualificados que constituem uma riqueza inestimável para a
capacidade de produção e de desenvolvimento do país.
Acções
pela conclusão da obra hidroagrícola do Mondego e em defesa
dos agricultores e orizicultores; há mais de 30 anos que os
orizicultores e todos os agricultores do Baixo Mondego travam uma
justíssima luta pela conclusão da obra hidroagrícola com vista à
implementação do emparcelamento, de obras de rega e drenagem nos
vales dos rios Arunca, Ega e Pranto, bem como o alargamento das obras
aos vales secundários de diversos rios e ribeiras, para
estabilização dos terrenos. O adiamento da conclusão deste
projecto tem tido consequências negativas na produção agrícola e
na sobrevivência dos agricultores e suas famílias.
A
defesa intransigente do Hospital Distrital da Figueira da Foz
enquanto infraestrutura insubstituível para a qualidade de vida da
população no concelho da Figueira da Foz, e concelhos limítrofes;
A defesa das condições de trabalho dos profissionais do HDFF
(médicos, enfermeiros, assistentes operacionais e outros
funcionários); Contra o encerramento dos CTT, e na defesa dos
direitos laborais dos seus profissionais; A defesa da Escola
Pública;