Uma delegação de
activistas da CDU, com Francisco Queirós, visitou hoje a zona de Fornos, Freguesia de
Trouxemil, afectada por cheias nos últimos dias.
A delegação da CDU teve oportunidade
de verificar os danos e falar com as pessoas afectadas. Segundo os
habitantes a acumulação de detritos resultantes da obra da Ponte
dos Fornos e a falta de limpeza do rio, resultou nas cheias dos
últimos dias. Por outro lado, a obra da ponte não foi acompanhada
por uma limpeza e regularização das margens a jusante, como estava
inicialmente previsto, o que também potencia cheias. Segundo os
habitantes os prejuízos são na ordem dos milhares de euros.
O PCP vem acompanhando a situação grave de
perda de autonomia do Serviço de Ortopedia
Infantil do Hospital Pediátrico de Coimbra. As deputadas do
PCP Rita Rato, Carla Cruz e Paula Santos apresentaram na Comissão de
Saúde um requerimento para ouvir um conjunto de especialistas na área da
Ortopedia Infantil, com o objetivo de recolher
contributos sobre a história e outros elementos estruturantes sobre a
Ortopedia Infantil em Portugal, determinantes para o patamar de
qualidade e excelência alcançado nas últimas décadas e reconhecido a
nível nacional e internacional. Contudo, este
requerimento para audição dos especialistas foi chumbado por PSD e CDS invocando que “não existe necessidade de mais esclarecimentos sobre o assunto”.
Perante isto, e dando resposta às preocupações e reivindicações dos profissionais e utentes deste serviço o Partido
Comunista Português apresentou hoje na Assembleia da República um Projeto
de Resolução pela salvaguarda da autonomia do Serviço de Ortopedia do
Hospital Pediátrico de Coimbra no Serviço de Ortopedia do Centro
Hospitalar Universitário de Coimbra (CHUC).
Os trabalhadores de Coimbra da Conforlimopa manifestaram-se em frente à Câmara Municipal de Coimbra, no passado dia 25 de Março de 2013.
Os trabalhadores da Comforlimpa há 2 e 3 meses que não recebem os seus salários. Esta é uma situação que não é nova. Desta vez o não pagamento dos salários parece que terá a haver com possíveis fraudes fiscais do patrão ou da empresa. Sabe-se que a empresa terá requerido o pedido de insolvência e que terá sido nomeado um gestor da insolvência, mas nada foi informado formalmente aos trabalhadores, havendo mesmo informações contraditórias.
A falta do salário está a conduzir a fortes dramas pessoais e familiares. A falta de informação aumenta o sentimento de angústia e insegurança no seio dos trabalhadores.
Trabalhadores que, apesar dos seus míseros salários, sempre honraram os seus compromissos, já não estão a conseguir fazê-lo. Muitos dizem que se pudessem e não tivessem filhos, preferiam não comer a deixar de honrar os seus compromissos. São estes graves dramas humanos que estão a ser vividos.
Esta precariedade de trabalho e abusos patronais só são possíveis, porque os sucessivos governos PSD/CDS e PS têm produzido leis de trabalho que retira direitos aos trabalhadores, e criaram um clima de impunidade e desresponsabilização do patronato.
Os Trabalhadores não precisam de esmolas precisam é que lhes paguem o salário a que têm direito.
Os trabalhadores são pessoas dignas, trabalham e tem direito a um salário digno e com direitos. Em vez da caridade que alguns procuram fazer, talvez para expiar culpas e responsabilidades. O que seria importante é que estes trabalhadores pertencessem aos quadros das empresas ou instituições (na sua maioria públicas) para as quais trabalham.