O PCP propôs, na Assembleia da República, o início das obras de reposição, modernização e electrificação do Ramal da Lousã. Ana Mesquita interveio no debate suscitado pela discussão a propósito de uma petição que reclama que a linha ferroviária seja
devolvida a esta região e que o mais breve possível se reponha o serviço
de transporte.
Intervenção da Deputada do PCP - Ana Mesquita:
Sr. Presidente
Sras. e Srs. Deputados
Saúdo em nome do Grupo Parlamentar do PCP a população da Lousã, de Miranda do Corvo e de Coimbra, nomeadamente, os muitos que se encontram nas galerias e se deslocaram para assistir a este debate. Saudamos a luta que têm desenvolvido com persistência e empenho pelo direito à mobilidade e ao desenvolvimento regional a que têm direito.
Diz a petição que “não se pode aceitar que aqui se destrua uma linha centenária, afectando gravemente a mobilidade de tantos milhares de pessoas. […] Os signatários reclamam que a linha ferroviária seja devolvida a esta região e que o mais breve possível se reponha o serviço de transporte.”
A voz da população encontra eco nas propostas do PCP. Há quase um ano foi aprovado nesta casa um Projecto de Resolução dizendo o seguinte:
1. Extinção da Metro Mondego, SA.
2. Devolução do seu património ao domínio público ferroviário e municipal.
3. Reposição, modernização e electrificação da linha do ramal ferroviário da Lousã.
Francisco Queirós, Vereador da CDU na Câmara de Coimbra e o seu Gabinete de Apoio, efectuaram uma ronda de reuniões/sessões de esclarecimento pelos Bairros Municipais, em que participaram mais de duzentos munícipes. O propósito foi esclarecer a população dos Bairros sobre a revogação da Lei da Renda Apoiada (Lei nº 81/2014, de 19 de Dezembro), do governo de Passos Coelho e da iniciativa da então ministra Assunção Cristas, dando a conhecer aos inquilinos municipais as alterações introduzidas pela Lei 32/2016, de 24 de Agosto aprovadas com os votos do PS, PCP, Verdes, BE e PAN.








