Cheias assolam frequentemente o distrito de Coimbra, causando elevado grau de destruição e elevados prejuízos. No início deste ano, os concelhos de Coimbra, Montemor-o-Velho e Soure foram particularmente afetados com a inundação de extensas áreas, destruição total de culturas e hortícolas, estragos em habitações, corte de estradas e da principal linha férrea do país Linha do Norte). Também algumas comunidades piscatórias fluviais foram afetadas, com a destruição de artes de pesca e a consequente cessação da atividade.
Como o PCP tem vindo a denunciar, a capacidade de resposta a estas situações tem vindo a diminuir, o que é indissociável da debilitação das estruturas desconcentradas da Administração Central do Estado verificada durante os últimos anos nas áreas da agricultura e do ambiente, entre outras. Este facto comprometeu a capacidade de intervenção em domínios como a limpeza de valas e linhas de água e o desassoreamento de leitos, situação agravada pelo atraso na conclusão do Aproveitamento Hidroagrícola do Baixo Mondego.A conclusão da obra nos vales dos rios Arunca, Pranto e Ega, bem como a conclusão da obra de emparcelamento, permitiriam outra margem de manobra na gestão de fenómenos meteorológicos extremos.
O POSEUR- Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos lançou um aviso de concurso que disponibiliza verbas para projetos de visem combater cheias e inundações, cujas candidaturas podem ser apresentadas até 24 de Agosto de 2016. Os apoios, sob forma de subvenções não reembolsáveis, destinam-se à administração pública central, autarquias locais e suas associações. A taxa máxima de financiamento é de 85 por cento.

A Célula dos Trabalhadores de Hotelaria de Coimbra distribuiu um
comunicado dirigido aos AOS TRABALHADORES DO SERVIÇO DE ALIMENTAÇÃO DO
SUCH NOS HUC - POR MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO:






