Apesar de tal compromisso, o responsável da obra rapidamente contornou a situação, pedindo autorização a duas entidades para prosseguir com as explosões, nomeadamente ao IPTM, responsável pelo Porto Comercial e ao Capitão do Porto de Pesca que, sem motivo aparente, autorizaram a continuação dos trabalhos, desrespeitando as consequências do impacto ambiental já anteriormente avaliadas.
Os interesses dos operadores no Porto Comercial têm-se sobreposto aos direitos que os pescadores deveriam ver salvaguardados, designadamente no que refere à sua segurança e condições de trabalho.
A decisão da APA repôs a legalidade e impediu neste caso mais um crime ambiental.
1- Que informações tem o Governo sobre a exploração de caulinos e sobre o funcionamento da empresa Bioadvance em Vila Verde?
2- Que medidas e que mecanismos vai usar para evitar abusos semelhantes?









